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A PLACE TO BURY STRANGERS Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

06/11/2009 ás 5:51h

Por: Move That Jukebox

A PLACE TO BURY STRANGERS

Shoegaze + noise/experimental + indie rock + post punk. Situe essa mistura de provável sucesso com o rico celeiro de bandas que é o Brooklyn – bairro nova-iorquino que, para citar casos recentes, deu ao mundo grupos como TV On The Radio e MGMT - e você encontra a interessante banda A Place to Bury Strangers.

Na ativa desde 2003, o grupo é um trio que bebe tanto das fontes do My Bloody Valentine, oferecendo barulhentas guitarras cheias de microfonias e efeitos à la space rock, quanto de Trent Reznor e sua turma do Nine Inch Nails, puxando influências soturnas e os vocais meio dark .

Em outubro passado, A Place to Bury Strangers lançou seu segundo disco, intitulado ‘Exploding Head’, e conseguiu vários elogios da imprensa especializada – como o site Allmusic e a revista Spin. Como primeiro single do novo trabalho, a banda escolheu a música “In your heart”, que nos remete rapidamente a bons momentos do New Order e Depeche Mode. No álbum ainda estão as eficientes e algo nostálgicas “Deadbeat” e “Keep slipping away” – fazendo de ‘Exploding Head’ uma escolha certeira para quem procura um CD que soe atual mas que contenha ótimas referências aos anos 80 e começo dos 90. 

escrito por  Neto Rodrigues

 

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TALKING TO MONIQUE MAION.. Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

04/11/2009 ás 21:29h

Por: Move That Jukebox

TALKING TO MONIQUE MAION..

Monique Maion, 24 anos, ainda não pode ser considerada um hype brasileiro, mas já tem bastante história pra contar sobre suas experiências no exterior e seu destaque no Oriente.

Com somente um álbum solo lançado, Lola, a moça já compõe material para um novo trabalho, o Ex!, que começou a se popularizar no Brasil ao ser confirmado como uma das atrações do Festival Planeta Terra, no próximo final de semana em São Paulo. Foi sobre esse e outros projetos que conversamos com Monique, além de abordar o envolvimento da cantora com o mundo da moda. Check it out...

Conta pra gente quem é Monique Maion e como ela entrou no mundo da música?

Um ser feminino libriano de 24 anos que nasceu na época errada, formada em canto e ciências contábeis. Desde os 7 anos estudo musica e componho desde os 14. No meio do caminho tive uma pedra, a dúvida se música me daria estabilidade e todas essas palavras que a sociedade econômica inventou para te padronizar na produção mundial da frustração. Fui auditora de uma multinacional e auditei gigantescas e cabeludas corporações por quase 4 anos levando vida dupla, conhecendo mil facetas e compondo muito sobre isso. Ao mesmo tempo aprendendo bastante para me proteger dos vampiros do meio musical. Há um ano larguei a vida corporativa de escritório, porém a musica não deixa de ser uma corporação quando você visa viver disso. Minha experiência com contratos, leis e blábláblás é uma bagagem e tanto. A auditoria foi uma grande escola.

Uma das primeiras coisas que a gente repara é que você é bem fashionista. Qual é a sua relação com a moda?

Adoro roupas e principalmente acessórios, mas não sou ligada apenas em marcas, grifes e toda essa punhetagem do mundo da moda. Se eu uso é porque gostei da roupa e não da etiqueta etc. Gosto muito da Thais Gusmão, Melissa, Doc Dog, American Apparel e Chilli Beans. Tenho parceria com a Pop Chiq que faz peças lindas, chiques e baratas para eu usar nos palcos e no dia-a-dia. Descobri a Reverbcity recentemente e já tenho uma coleção de broches e camisetas. Compro bastante coisa no Ebay e sou rata de brechó. Tenho aversão a Louis Vuitton, Daslu, Prada e todas essas lojas que são iguais há décadas com preços abusivos que servem unicamente para demonstrar status social e padronizar as patrícias e patrícios nas ruas usando peças quadradas e ridículas cor marrom cocô (tipo LV bege cocô com marronzinho cocô por apenas 4.500,00). Você tem carreira solo e toca em mais três grupos: Sunset, Die Katzen e o mais recente Ex!.

Quais são as diferenças entre eles e qual é o motivo de manter quatro projetos diferentes?

Meu projeto solo assim se chama só porque tem meu nome, mas hoje na verdade é uma banda que participa do processo criativo e tudo mais. Finalmente estou acompanhada de uma banda fantástica. Demorei um tempão para conseguir reunir músicos incríveis e também “gente fina”. Tem muito músico espetacular que é intragável, principalmente no meio jazzístico. A banda é composta por Ladislau Kardos, Fernando Coelho, Mauricio Biazzi e Piero Damiani. Meu primeiro cd, o Lola, é uma critica social de forma visceral. Também tem as releituras das minhas influências e musicas que escrevi em diversas épocas da minha vida. Em fevereiro de 2008 conheci o Gustavo Garde e criamos o SUNSET, que para mim é meu lado zen. Música para ouvir no pôr-do-sol, na piscina, no café da manhã e em todos os momentos “relax body and soul”. Em dezembro do ano passado, um pouco antes de embarcar para Europa, me tranquei junto com os loucos Renato Cortez (Seychelles) e Ismael Sedeski (Mamma Cadela) e piramos. Toda essa piração do submundo sarcástico, erótico, imprevisível e auto-sustentável é o Die Katzen. Tem uma pegada eletrônica trip hop. Nunca fizemos show. É um projeto low-file que lançamos na net. A EX! é uma banda nova que fui convidada a participar pelo Arthur Joly (Recohead). Eu componho a maior parte das letras e melodias. A proposta é outra: Dancefloor music muito bem produzida.

Falando no Ex!, muita gente se surpreendeu quando viu o grupo no line-up do Planeta Terra – a maioria das pessoas nem sabia do que se tratava. Como a produção do festival conheceu a banda?

Essa produção [do EX] está rolando há mais de um ano. É uma grande produção. O Carlos Pazetto (Brazil Next Top Model) faz a direção artística, o Ciro Midena foi o stylist das fotos, o Arthur Joly alem de guitarrista é o produtor musical. Temos parceria com a Chilli Beans e tem muita coisa rolando ainda.

Pelos seus projetos, a gente repara que você ouve uma centena de bandas diferentes, dos mais variados gêneros. Quais músicas marcaram a sua vida e o que você leva para seus grupos?

Eu escuto muita coisa mesmo. Por isso adoro discotecar também. Fico horas e horas a procura de coisas novas e principalmente velhas. Tom Waits marca minha vida em todas as épocas. Tenho fases. As vezes só escuto os blues, jazz e as tradicionais porem raras perolas do jazz. Tem época que só escuto coisa instrumental, afrika beat, ska etc. Vou indicar dois blogs FUEDAS: O do Nirso (que é do Mamma Cadela) e República de Fiume (do Ismael, que é do Mamma Cadela e do Die Katzen).

Um fato curioso é que, mesmo sem muita repercussão no Brasil, você já foi parar no primeiro lugar das músicas mais baixadas na Rússia. Como isso aconteceu?

Esse ano fechei com a gravadora inglesa Curve Music. Eles são responsáveis pela repercussão na Rússia, na Coréia do Sul e na Europa. Acredita que vendi cd físico na Coréia do Sul? Lá não se vende nada físico... nem jornal! Achei um luxo, fiquei super feliz. Enfrentei uns probleminhas burocráticos com barcodes para os cds chegarem no Brasil. Essa semana o cd físico já está disponível, assim como camisetas bolsas e etc. O Brasil funciona num compasso muito lento. O povo ainda é dominado pela Rede Globo e pela trilha sonora da novela das 8 e a Ana Carolina é tesouro nacional... Esse é o mainstream brazuca. Sempre foi assim. Não me espanta a receptividade gringa, muito pelo contrario. Nenhum lugar do mundo me tratou tão bem quanto a Alemanha e a Suíça. É uma questão cultural de respeito ao músico. Tanto faz se é um musico independente ou famoso. Você terá no mínimo comida, bebida, banho, cama e transporte, isso sendo underground.

O que a Ex! reserva pro Terra e o que a gente vai ver sobre a Monique nas próximas semanas? O que você anda preparando para o público?

Estou mega ansiosa para o Terra. Espero poder fazer um show divertido, dançante e cativante para todos. O festival é grande e será repleto de shows fodásticos como Sonic Youth, Primal Scream e o rei Iggy Pop. Hoje acordei com o som de um tiroteio na esquina da minha casa e eu moro afastada de São Paulo. Pensei: “estamos perdidos”. A única coisa que espero é emitir muita energia positiva para o público e fazer o bem nesse inferno que vivemos!

 

entrevista concedida para Alex Correa                                                                            fotos R Erib

 

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ONE 4 THE TEAM Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

08/10/2009 ás 11:01h

Por: Move That Jukebox

ONE 4 THE TEAM

Na ativa desde 2006, a banda norte-americana One For The Team lançou, em abril deste ano, o EP Build a Garden. Com 8 músicas e pouco mais de 20 minutos de duração, o quarteto de Minnesota esbanja simplicidade e disposição fazendo um indierock bastante calcado em arranjos de violão e backing vocals eficientes e “grudentos”.

“Ha ha”, primeiro e único single de Build a Garden, comprova que One For The Team é uma banda para ficar de olho – em menos de dois minutos a música consegue encantar os ouvintes com solinhos simples de violão, sobreposição de vozes dos integrantes da banda e uma melodia que fará você se pegar cantarolando-a quando menos esperar.

escrito por Neto Rodrigues @ Move That Jukebox

 

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B-SIDE DE BINKI SHAPIRO Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

29/09/2009 ás 10:36h

Por: Move That Jukebox

B-SIDE DE BINKI SHAPIRO

Nessa semana, apareceu na web a prova de que Binki Shapiro, do Little Joy, já se virava muito bem como cantora antes mesmo de Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti aparecerem em sua vida.

Com Jason Boesel (membro do Rilo Kiley e músico que grava com a Mystic Valley Band de Conor Oberst) e James Valentine (guitarrista do Maroon 5), a cantora "fófis" gravou uma música para seu filho anos atrás, chamada “Kids Song”. A canção, como já se pode esperar, é tão meiga quanto Binki.

Ouve aí... Download

sugerido por Alex Correa do Move That Jukebox

 

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YOUNG GALAXY Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

18/09/2009 ás 19:31h

Por: Move That Jukebox

YOUNG GALAXY

Se dizem que André Paste é o filho ideológico de João Brasil e Girl Talk, o Young Galaxy nasceu do óvulo de Adele fecundado pelos sémens de Thom Yorke (Radiohead) e Roger Waters (Pink Floyd). As influências são tantas que você se perde ouvindo o recente Invisible Republic, segundo disco da banda que soa requintada demais para ter nascido no Canadá.

Vozes lindas e referências magníficas orbitam nessa nova galáxia que - mesmo carregada de influências - faz uma feijoada bem original. Parece que, recentemente, o The XX (que já comentei aqui) puxou um pouco da sonoridade deles e, embora tenha soado digníssimo de atenção, não foi tão bom quanto nossos novos amigos.

Ouça Destroyer... E veja se não dá pra botar o disco pra tocar sincronizado O Mágico de Oz?

escrito por Move That Jukebox

 

 

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METRONOMY NO BRASIL Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

10/09/2009 ás 10:29h

Por: Move That Jukebox

METRONOMY NO BRASIL

O Metronomy já é uma banda bem conhecida de quem acompanha o cenário synthpop atual. Tudo isso graças ao ótimo disco lançado em 2008, Nights Out. Faixas como Heartbreaker e Radio Ladio tocaram à exaustão nas pistas e rádios mundo afora. Agora em 2009, a poeira baixou e a banda passou por mudanças que passaram quase despercebidas.

O trio foi desmembrado em dupla e logo em seguida ganhou dois novos membros. O quarteto, lançou então um melancólico EP chamado Not Made For Love, que acabou recebendo pouca atenção da mídia. Mas enfim, eles voltaram à tona com a confirmação do show no Planeta Terra Festival, que promete ser muito bom!

O revezamento entre músicas instrumentais e cantadas, sempre acompanhadas dos teclados e guitarras agudas é um ótimo atrativo para aqueles que ainda tem dúvida sobre ir ou não à apresentação da banda no Brasil. Apesar de estarem longe do status de headliner do festival, novembro está logo aí para provar que eles fazem bonito tanto no palco quanto em estúdio. Nós apostamos em uma agradável surpresa! E você?

escrito por Marçal Righi (Move That Jukebox)

 

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SCARLETT x JULIETTE? Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

03/09/2009 ás 9:06h

Por: Move That Jukebox

  

Sempre rolou muito preconceito com atores e atrizes que saiam da TV/Cinema para lançar uma carreira musical. E vice-versa. No Brasil, sem ir muito longe, já temos dezenas de exemplos do fato e, logo de cara, me aparecem duas ótimas referências: Daniel atuando em filme nacional e Marjorie Estiano sem saber em qual mercado quer investir. Enquanto isso, lá na Europa, nem o Bento XVI resistiu às tentações da indústria fonográfica. “Isso non ecziste!”, diria Padre Quevedo.

Internacionalmente, entre muitos exemplos de sucesso, existem dois nomes que sempre vão se destacar: Primeiro, Juliette Lewis, que enterrou o The Licks para iniciar uma nova carreira; e, logo em seguida, Scarlett Johansson, que apareceu com o impecável "Break Up" depois da duvidosa estréia em "Anywere I Lay My Head".

Enquanto Juliette aposta no som carregado da produção de Omar Rodriguez-Lopez, do Mars Volta, para seu novo projeto – o Juliette and the New Romantiques, que teve o debut Terra Incognita espalhado pela web na semana passada -, Johansson investe no rockabilly folk duetos românticos que saíram de sua parceria com o músico Pete Yorn. O histórico de Lewis já nos adianta que, mesmo sendo mais fraco no cinema, dá um banho no semi-talento musical de Scarlett. Ainda assim, é difícil decidir qual deles vai se tornar seu preferido. Pra começar a escolher, "Clean" e "Noche Sin Fi" são boas pedidas:

MP3 – Scarlett Johansson & Pete Yorn – Clean:

 

MP3 – Juliette and the New Romantiques – Noche Sin Fin

escrito por Move That Jukebox

 

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DANIEL BREJAR, DESTROYER. Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

25/08/2009 ás 12:47h

Por: Move That Jukebox

DANIEL BREJAR, DESTROYER.

O canadense Daniel Brejar, vulgo "Destroyer", já se aventurou no shoegaze e entrou com o pé direito no punk. Porém, nessas quase duas décadas de carreira, talvez nenhum outro trabalho seu tenha soado tão perfeito quanto o "Bay of Pigs", um EP com apenas duas faixas, que mostra o limite tênue entre música "para curtir fossa" e as composições mais lindas que você ouvirá em toda a sua vida!

O lado que pesa mais, claro, é o segundo. Pela primeira vez para mim, músicas longas não receberam o tag de enfadonhas. Sussurros, cordas, metais e um electro tímido envoltos pela melodia comandada por um vocal que, ao mesmo tempo, nos remete ao M83 e Sigur Rós... Isso é Destroyer.

escrito por Move That Jukebox

 

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THE XX - Crystalized Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

17/08/2009 ás 8:37h

Por: Move That Jukebox

THE XX - Crystalized

De uma hora pra outra, a banda The XX virou o queridinha da imprensa indie – não houve um EP de impacto, um clipe genial, mas agora todo mundo parece querer falar de e com o quarteto londrino.

O motivo? As boas vibrações de seu recém-vazado álbum homônimo de estréia. As músicas do disco acompanham o minimalismo excêntrico da capa do trabalho, mantendo o baixo e a percussão sempre em destaque. È até fácil encontrar algum toque do Bowie de décadas passadas, revitalizado com a doçura de duetos homem x mulher. Ouça só ‘Crystalized’...

sugerido por Move That Jukebox

 

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HUMBUG - ARCTIC MONKEYS Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

11/08/2009 ás 0:26h

Por: Move That Jukebox

HUMBUG - ARCTIC MONKEYS

É claro que todo mundo já conhece Arctic Monkeys - até minha mãe arrisca cantarolar uma música hora ou outra. Porém, os sete anos de repercussão magnânima na mídia e de shows nos maiores festivais do mundo não apagam o ar de novidade do novo disco da banda, ‘Humbug’, que caiu na web nos últimos dias de julho. O álbum mostra que os garotos que, em 2006, conseguiram fama mundial com o lançamento de seu primeiro trabalho já são homens formados, mesmo sem terem chegado aos 25.

Antes mesmo de Josh Homme aparecer para produzir oito das dez novas faixas dos ingleses, o quarteto já esboçava uma sonoridade mais calculada, menos festiva e, como diz o clichê, bem obscura. A teoria é fácil de provar: É só darmos uma olhada na inédita ‘Sandtrap’, que abriu os shows da banda no Brasil em 2007 e nos b-sides ‘The Death Ramps’, ‘Bad Woman’ e ‘Nettles’. Ainda não testou o som novo dos caras? Então assiste ‘Crying Lightning’, na versão ao vivo (porque o clipe é horrível).

No álbum, também vale dar uma atenção especial a ‘My Propeller’, ‘Dangerous Animals’ e ‘Pretty Visitors’. E você, o que achou?

escrito por Move That Jukebox

 

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