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QUAL A VANTAGEM EM SER INVISÍVEL? Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

13/05/2013 ás 15:00h

Por: Colaborators

QUAL A VANTAGEM EM SER INVISÍVEL?

*** TEM SPOILERS *** 

The Perks of Being a Wallflower seguramente é o melhor filme sobre a adolescência feito nos últimos 20 anos, mas isso não quer dizer que seja uma coisa boa. Apesar da sua bagunça emocional, a estrutura do filme é bem amarrada e mesmo que os  personagens não sejam plausíveis como um grupo, dentro daquele universo proposto pelo diretor, não existe o que se questionar.  

Quantos pequenos momentos da nossa adolescência passam desapercebidos e tomados como tediosos, mas que se tivessem a trilha sonora correta se tornariam épicos? Os grandes problemas de Charlie são amenizados por pequenas alegrias de episódios cotidianos com os amigos e este é o grande mérito do filme, conseguir trazer a grandeza de feitos inesperados e desapercebidos. Pequenos sopros desprevenidos de futilidade, mas que ao se olhar para trás fizeram toda a diferença no decorrer de uma vida. 

Os grandes temas, como as drogas, a sexualidade e o abuso infantil traçam as características psicologias dos personagem  e moldam sua estrutura emocional. Estas questões servem para criar uma coesão dentro daquele grupo e torná-los próximos de uma maneira inesperada, principalmente no caso de Charlie e Sam. A trama poderia muito bem ter evitado certos clichês de roteiro e trabalhado melhor as relações dos personagens com a música, ao invés de simples frases como "tudo soa melhor em vinil" ou a influencia da literatura na vida de Charlie.  

As provações dos personagens são muito bem colocadas pelo diretor na sua escolha pelo esquema visual do filme, no ritmo da edição e na trajetória do script. A atuação de Logan Lerman (Charlie) e Ezra Miller (Patrick) estão excelentes e  conseguem segurar o apelo dramático, mesmo com uma atriz de Malhação, Emma Watson (Sam), no elenco. Este carretel de fingimentos, de uma narração aparentemente sem brilho e um enredo lento, acabam por dar o tom perfeito que a história precisava, eis uma vantagem de se ter o próprio autor do livro dirigindo a adaptação. 

Charlie é sufocado pelas lembranças do abuso que sofreu quando era criança e tudo explode em suas emoções no momento em que Sam toca sua perna, do mesmo modo que os psicólogos usam quando querem saber se uma criança sofreu algum tipo de abuso, e então temos o apogeu do filme, em que por alguns momentos somos a própria consciência de  Charlie e conseguimos compreender tudo que ele havia passado. Se o filme tivesse acabado logo após ele ligar para a irmã e ir até a cozinha pegar a faca, teria sido um final muito mais condizente com a história, que propositalmente tem vários "furos".  

Independente daquilo que acontece no livro, já que o cinema é uma mídia totalmente diferente, não caberia ao diretor explicar tudo que aconteceu, já que as razões estavam todas implícitas. Seria muito mais interessante, neste caso, um final indefinido que levasse aos poucos as discussões e conclusões do público sobre o filme. As respostas que durante todo o tempo estavam subentendidas, não precisavam ter sido jogadas infantil e rapidamente nos últimos minutos. O típico final feliz fez apenas consolidar a imagem de mais um filme que não conseguiu superar as velhas fórmulas clichês do cinema, apesar de ser muito mais do que isso. 

Parece que ter que explicar todo o filme virou uma lei em Hollywood e isso aconteceu desde que se adotou o padrão Michael Bay / Zack Snyder de cinema. Os filmes hoje não passam de videoclipes de 2 horas de duração com takes de 2 segundos ou uma câmera lenta com uma trilha sonora deslocada. The Perks of Being a Wallflower conseguiu escapar desta infelicidade durante toda sua narrativa, uma pena ter vacilado no final.  

por Márcio Araujo, que odeia cinema.

 

REVERBCITY MOVIE COLLECTION 2013

 

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ANTROPOLOGIA INDIE - OS PIORES DISCOS DE 2012 Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

27/12/2012 ás 16:30h

Por: Colaborators

ANTROPOLOGIA INDIE - OS PIORES DISCOS DE 2012

1. Dinho Ouro Preto - Black Heart | Precisa falar alguma coisa? 

2. Bloc Party - Four | O pior disco do Bloc Party até o momento, mas eles tem talento de sobra para piorar ainda mais. Metade das músicas de Four nunca deveriam ter sido feitas e a outra metade deveria ter sido colocada aos poucos como b-sides de discos futuros. É um álbum mais ""complexo"" em suas composições, mas não tem o mesmos ganchos divertidos e memoráveis dos outros.  

3. The Ting Tings - Sounds From Nowheresville | Toda a pirotecnia com bangôs  e sinos (ou qualquer coisa parecida) serviu apenas para disfarçar as pobres canções, escritas sem nenhuma habilidade, de um modo superficial e sem nenhuma vida. O Ting Tings já fez coisas divertidas, músicas que você escuta em uma ida ao banheiro ou quando já está suficientemente bêbado, mas agora não temos mais os ganchos pegajosos e o entusiasmo de hits como "Thats Not My Name" e "Great DJ". Dá para salvar  "Hit Me Down Sonny" e "Hang It Up" em alguns momentos, o resto quando você escuta manda um: "nhé, já tá na hora da banda acabar."  

4. Gossip - A Joyful Noise | Já era de se esperar as letras ruins do Gossip, mas pelo menos costumava ser divertido, agora é apenas doloroso para qualquer ouvido e até para olhos, com a capa do disco. Os sintetizadores gotejam e irritam, as batidas não acabam nunca… O Gossip nunca foi tão deprimente. "Into the Wild" e "I Wont Play" são as únicas duas músicas que teriam potencial de serem salvas, mas não rolou. As músicas lentas fazem Ditto esticar sua voz, criando um mantra sem nenhum sentido, que pode até funcionar no show, naquele momento em que você sai para buscar uma cerveja, mas são desastrosas no disco.  

5. Lana Del Rey - Born To Die | Toda cultura tem a Mallu Magalhães que merece. Os efeitos incontrolaveis do excesso de Rivotril, misturados com a garota riquinha, que sonha em ter problemas com a bebida, para poder assumir a condição de badass. Lana Del Rey consegue captar bem a infantilização do  momento presente, misturada com uma tentativa vergonhosa em ser a versão gangster da Nancy Sinatra. A sua imaginação ultrapassada faz suas letras serem grandes fantasias da mente masculina: uma boneca Barbie Malibu totalmente devotada, envolvida em um puro melodrama, entoado por uma voz coalha.    

6. Mumford & Sons - Babel | Mumford & Sons poderia perfeitamente ser considerado O Teatro Mágico dos gringos, a diferença é que a nossa versão sabe o tipo de música que faz, e trata logo de esconder o rosto. O novo hype dos alternativos é um falso grupo de músicos medianos, vestidos como representantes pseudo-revolucionários do século 19. A narrativa desde disco é a mesma do anterior e a cada banjinho já sabemos que vem uma manjada pausa, que vem crescendo até retomar todo o balanço, falhando miseravelmente em sua tentativa de espontaneidade. 

7. Garbage - Not Your Kind of People | O Garbage renunciou de vez todo seu papel provocador. Not Your Kind of People  mistura os já tradicionais riffs da banda, com a mesma sensibilidade pop da Lady Gaga, ou seja, um disco irritante, que tentou reviver as glórias do passado. No final do álbum você se pergunta: Por que eles não acabaram quando era perfeitos nos anos 90? Agora até o Placebo parece ser melhor. 

8. of Montreal - Paralytic Stalks | A qualidade de vida e o PIB de três países do bloco asiático caíram vertiginosamente após o lançamento deste disco. Se fosse um programa infantil, "Paralytic Stalks" seria o Teletubbies.  

9. The xx - Coexist | Um disco repetitivo, com seus silêncios arquitetônicos e sussurros de uma catedral gótica, que serve perfeitamente para acompanhar um vinho barato em um momento de… "então é isso que tem pra hoje". Funciona em alguns momentos, como em "Swept Away", mas que não tem a sensualidade que qualquer um esperava deles.  

10. Muse - The 2nd Law | "The 2nd Law" é a tentativa do Muse em mudar sua sonoridade e acabou se tornando um disco sem identidade. Falhou quando quis ser o Radiohead. Falhou quando quis ser o U2. Falhou quando quis ser o Queen. Falta fluxo no disco, há músicas bacanas e músicas terríveis, o que resultou em algo vazio, uma compilação sem sentido de singles. Todo a criatividade natural dos outros trabalhos parece ter sido moldada de maneira forçada neste, com letras infantis e com rasas tentativas de construir aquilo que prometeram para o disco. Quem já era fã de Muse antes da era Crepúsculo não gostou do disco, quem veio junto com os vampiros que brilham… Adorou. 

por Márcio Araujo, que no momento está nesta situação:

 

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ERA UMA VEZ O AMOR MAS TIVE QUE MATÁ-LO Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

20/08/2012 ás 16:40h

Por: Colaborators

ERA UMA VEZ O AMOR MAS TIVE QUE MATÁ-LO

O melhor escritor da literatura pop da atualidade responde pelo nome de Efraim Medina Reyes. Seja lá qual foi a alcunha medíocre que você deve usar para designar aquilo que é pop, Efraim trata de estilhaçar em sua sintaxe. Do tipo que faria Nick Horby chorar, Efraim tratou logo de acrescentar um soco no estômago de Alta Fidelidade e Uma Longa Queda. O mais impressionante é que o escritor colombiano se livrou totalmente do realismo-mágico que assombra a literatura do país desde Gabriel García Márquez.

Os diálogos devastadores, o humor negro e a violência permeiam sua narrativa. Música, quadrinhos e cinema são temas recorrentes, algo parecido com aquilo que o Tarantino fez em Kill Bill, Pulp Fiction e Reservoir Dogs.

Trecho de  Era uma vez o amor mas tive de matá-lo (Ed. Planeta):

Kurt Cobain tem 10 anos e está voltando para casa com seu violãozinho, solitário sob a garoa de Seattle. Passa por um grupo de garotos negros mais velhos, que jogam basquete sem bola. É interceptado por um dos meninos, que o impõe o uso de seu instrumento: dez minutos depois, o garoto olha para Kurt assombrado – “Você tem os olhos do Jimi”, diz. Kurt volta para sua casa e encontra a mãe histérica com seu atraso. Como castigo, a mãe tira seu violão. Só resta ao pequeno Kurt tocar, como os garotos negros, violão sem violão. Muitos anos mais tarde, famoso, rico e deprimido, Kurt tenta outra vez tocar seu violão imaginário. Não consegue – e o resto vocês sabem.

O autor define seu estilo como uma forma de "terapia contra a horrível sensação de fracasso e abandono", seus personagens sempre  machistas, outsiders, de  linguajar peculiar e narrando cenas sexuais se compara em muitos momentos a obra do escritor brasileiro Marcelo Mirisola (O Herói Devolvido, O Azul do Filho Morto e outros.)

"Tudo o que existe em meus livros é absolutamente autobiográfico. Sou cada um de meus personagens: Rep, Sergio, Marianne... Nada foi inventado. Saí com 800 mulheres nos últimos 25 anos, consumi todas as drogas possíveis e algumas impossíveis, roubei..."  Efraim Medina Reyes

Efraim além de dominar a narrativa e envolver o leitor, também sabe conquistar pelos títulos de seus livros, além do sensacional "Era uma vez o amor mas tive de matá-lo", também assina "Técnicas de Masturbação Entre Batman e Robin", “Sexualidade da Pantera Cor de Rosa” e  “Pistoleiros/Putas e Dementes”. Os filmes de Wim Wenders, os Pixies, o Nirvana, o Boxe e a geração beat, eis o resumo de Efraim Medina Reyes (que já foi chamado de "Bukowski colombiano")

"Lendo William Blake aprendi que os poemas são uma coisa tão comum quanto as canções e que uma vida sem canções e sexo oral é muito entediante; ler um poema leva menos tempo que comemorar um gol e é igualmente revigorante para a alma. Embora não se possa discutir a eficácia de uma Ferrari ou de um anel de diamantes, o poema continua sendo um método barato e aconselhável quando o objetivo é uma loira peituda. Atrás das belas e atormentadas canções de Jim Morrison ou Kurt Cobain estão as leituras que fizeram de Baudelaire, Rimbaud, Blake e outros tantos poetas."  Pistoleiros/putas e dementes 

por Márcio Araujo

 

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10,5 PIORES DISCOS DE 2011 Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

31/12/2011 ás 11:00h

Por: Colaborators

1. A Banda Mais Bonita da Cidade - A Banda Mais Bonita da Cidade

Meu amor, esta oração não funcionou e o milagre não veio. O primeiro hype musical do facebook brasileiro, o clipe de Oração em poucos dias teve milhões de acessos e shares, mas parou por ae. Parece mesmo que o grande mérito da Banda Mais Bonita da Cidade foi o cinegrafista. Um disco preguiçoso e sem nenhuma criatividade, ou uma tentativa frustrada em inovar?

2. Coldplay - Mylo Xyloto

Chris Martin, muito obrigado por Rush of Blood A To The Head, por favor volte para 2002 e continue naquele caminho, só isso.

3. Lou Reed & Metallica - Lulu

Este foi o encontro-fiasco do ano, uma banda desajeitada, confusa, sem nenhuma sutileza ou nuances. Seja lá o que Lou está tentando passar, youre doing it wrong bro! Os 87 minutos parecem uma bronca dada por Lou Reed (que sempre foi mal-humorado), mas agora chega  a desdenhar de nossos ouvidos.

4. Beady Eye - Different Gear, Still Speeding 

O Beady Eye é resumidamente a fase final do Oasis sem o Noel e o Noel é a fase inicial do Oasis sem o Liam. Noel era 75% do Oasis e o Liam os outros 25%, por isso mesmo, esta suposta existência do Beady Eye se deve apenas por ser 25% da encarnação de sua banda anterior. Liam nunca esteve tão desconectado do que está cantando, o vocal magro e desprezado de longe lembra os bons tempos.

5. Radiohead - King of Limbs

Vai lá escutar OK Computer e Kid A, foi? Agora escute King of Limbs. Sentiu a diferença? O que aconteceu com o Radiohead é que foram deixando o Thom Yorke ser maior do que a banda, o Radiohead acabou sendo uma extensão da carreira solo do Thom. A "evolução" do som se tornou um imbróglio. Sabemos a complexidade que é executar ao vivo o King Of Limbs, mas queremos mesmo os ganchos do Thom, aqueles hits que nos nocauteavam, que fisgavam pelas arestas dos nossos sentimentos.

6. Strokes - Angles

A banda que salvou o rock agora precisa urgentemente ser salva. O mesmo que aconteceu com o Radiohead, acontece com o Strokes. Is This It ajudou a formar uma geração de excelentes bandas e fãs, mas Angles não faz jus a toda esta história. As piras do Julian nos anos 80, assim como em seu trabalho solo, fizeram a massa desandar. Quando saiu "Under Cover Darkness" logo pensamos "será um puta disco", infelizmente parou por ae. “Machu Picchu” e “Taken for a Fool” são boas músicas, mas não tem o mesmo brilho de canções como "You Only Live Once"

7. Kaiser Chiefs - The Future is Medieval 

Procura-se o Kaiser Chiefs desesperadamente.

8. Red Hot Chili Peppers - Im With You

Onde está John Frusciante? Aliás, onde está o RHCP? A banda se esqueceu de fazer música, perdeu a alma e se tornou repetitiva. Estão em recessão e faz alguns anos. Os fãs esperavam um grande álbum e encontraram uma decepção, claro que as pessoas continuam consumindo, pois se trata do RHCP, mas só diz quem gostou quem é absurdamente fã ou quem não conhece o RHCP das antiga.

9. Bon Iver - Bon Iver

Tedioso é diferente de delicado. Monótono é diferente de sutil. Todo hipster vê algo sublime no Bon Iver, os depoimentos até nos fazem pensar que a banda flutua incrivelmente pelos ares da imaginação, mas quando você escuta, acaba percebendo apenas uma falta de criatividade nos arranjos e composições.

10. Feist - Metals

ZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZz.... Boa noite.

10,5. Adele - 21

Então o álbum mais vendido do ano. Adele tem todos os méritos por isso, toca até nas rádios pop, mas será pra tanto? As pessoas parecem se esquecer de Ella Fitzgerald, Peggy Lee, Dinah Washington, Mahalia Jackson, Sarah Vaughan entre outras e se apegam apenas ao hype. O pessoal já se enjoou de Someone Like You, mas até hoje ninguém se cansou de escutar Etta James cantando At Last, não é mesmo?


por Márcio Araujo

 

Raaaaaaaaaaaaaaatinho! Está aberta a temporada do mimimi nos comentários!

 

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DOUGLAS ADAMS Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

11/05/2011 ás 16:19h

Por: Colaborators

 

Hoje faz 10 anos que Douglas Adams nos deixou para assumir seu posto na presidência da Companhia Cibernética Sírius e finalmente dar um jeito no departamento de marketing que muito assustado com a previsão da Enciclopédia Galáctica que os descreveu como  "um monte de babacas que foram os primeiros a ir para o paredão quando a revolução estourou", resolveram convocar Adams.

Nesta viagem a bordo da Coração de Ouro, Adams não se cansa de testar o revolucionário Gerador de Improbabilidade Infinita enquanto causa frisson nas portas ao passar incansavelmente por elas, causando uma crise de risos na nave. Até Marvin com sua personalidade maníaco-depressivo com tendências suicidas, não resiste à simpatia de Adams. Será mais um efeito do Gerador?

Infelizmente não é apenas do Gerador de Improbabilidade Finita, usado para quebrar o gelo nas festas, que é feito o mundo, uma falha do Pensador Profundo tirou Adams e suas idéias geniais deste mundo e nos deixo na companhia reencarnada continuamente e subseqüentemente morta de Agrajag. 

Quem sabe quando o ser humano passar os golfinhos e os ratos, Adams não pede demissão da Cibernética e volta para nos causar espanto com mais obras geniais? Vamos torcer para isto!

Então hoje vamos encher a cara com Dinamite Pangaláctica para homenagear Douglas Adams! Ah, no nosso pode colocar quatro cubos de mega-gim arturiano!!!

escrito por Márcio Araujo

 

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CHA CHA CHA CHA CHANGES! Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

23/10/2010 ás 13:46h

Por: Colaborators

Gandhi já dizia: "seja a mudança que você quer ver no mundo". Para musicar essa idéia hoje, nada melhor do que a letra de um dos grandes sucessos do cantor David Bowie na voz dos roqueiros do futuro...

postado por Acácio Lopes

 

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MXSXK Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

07/10/2010 ás 18:26h

Por: Colaborators

MXSXK

Poucas pessoas conseguem se destacar em tantas diferentes áreas de atuação como o brasiliense João Kaarah. O cara é diretor de arte, artista plástico, designer, publicitário e ainda consegue manter um projeto de curadoria musical conhecido como MXSXK.

Nas palavras do próprio João, o projeto é uma “ópera imaginária”. A compilação se faz a partir de uma imagem que dita o rumo que vai levar cada narrativa. O projeto inclui músicas de Belle & Sebastian, Arcade Fire, Au Revoir Simone, Tame Impala, Caribou, entre outros grandes músicos da cena indie internacional. Cada mixtape – ou “ato”, como Kaarah as denomina – pode ser baixada de graça no site www.mxsxk.com.

Para conhecer mais sobre o trabalho desse talento, visite também o site: http://kaarah.com/.

escrito por Murilo Lacerda                                                                              colaboração Gabriela Pegurier

 

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CHRISTIAN JOY Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

06/10/2010 ás 23:02h

Por: Colaborators

CHRISTIAN JOY

Christian Joy Hultquist, ou simplesmente Christian Joy – como ela é mais conhecida, nasceu em 1973 no estado de Iowa, nos EUA. Mesmo que o nome dela não pareça familiar, você já deve ter visto alguma roupa criada por ela – isto é, se você curte indie rock.

A estilista, que nunca chegou a cursar moda, viu sua carreira catapultar para o sucesso em 2001, quando começou uma parceria com Karen O., vocalista da banda Yeah Yeah Yeahs. Desde então, ela que assina os figurinos INCRÍVEIS das turnês da banda.

Karen O. usando figurino criado por Joy.

Adepta do estilo faça-você-mesmo (DIY, do it yourself), ela é famosa por utilizar técnicas pouco convencionais, como cola quente (!) ao invés de usar costura em algumas peças.

Em 2009, ela criou 5 peças em homenagem ao filme “Onde vivem os monstros” do diretor Spike Jonze. As roupas foram exibidas na loja Space 15 Twenty em Los Angeles.

Peças criada em homenagem ao filme “Onde vivem os monstros”.

Além disso, o trabalho dela também já foi exposto no Victoria & Albert Museum em Londres e na galeria AVA em Nova York.

escrito por Murilo Lacerda

 

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NA ERA DO HYPE Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

08/09/2010 ás 17:11h

Por: Colaborators

NA ERA DO HYPE

Criado em 2005, o Hype Machine é um site que agrega uma quantidade absurda de blogs de MP3!!! Para quem não conhece ainda, a idéia do site é permitir que os usuários tenham acesso às músicas de milhares de blogs em um único portal, sem nem ter de se dar ao trabalho de baixar nada.

O site carrega e faz o streaming das trilhas disponíveis e você ainda pode marcar as músicas que você achou mais legais para poder ouvi-las depois quantas vezes quiser. Para fazer isso, basta criar um perfil pessoal lá. Além disso, você ainda pode sincronizar o seu perfil do Hype Machine com a sua conta do Last.fm e do Twitter também! Se jogaaaa!

escrito por Murilo Lacerda

 

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SMOOSH - WITHERSHINS Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

15/07/2010 ás 12:10h

Por: Colaborators

SMOOSH - WITHERSHINS

A dupla americana de indiepop formada pelas pós-adolescentes Asya e Chloe está de volta! O Smoosh começou a partir de uma sugestão do professor de música de Chloe (ninguém menos que Jason McGerr, baterista do Death Cab For Cutie) de que ela tentasse tocar com outras pessoas para saber como funcionava uma banda.

O que ele não imaginava é que, ao se juntar à sua irmã - que já tinha algumas músicas prontas - as duas (com apenas 10 e 12 anos) conseguiriam de cara um contrato com a gravadora Barsuk Records (Viva Voce, Rilo Kiley, Mates of State, Menomena, Nada Surf). Vale dizer que essas danadinhas já estão no seu terceiro álbum! Na ativa desde 2000, as meninas já abriram shows para Sufjan Stevens, The Go! Team, Pearl Jam, Sleater-Kinney e Cat Power (que fez uma versão de uma de suas músicas, "Rad").

Até a finalização desse "Withershins" a aparição mais recente das moças havia sido em 2008, no projeto God Help The Girl (de Stuart Murcoch, Belle & Sebastian) no qual Asy emprestou sua voz nas músicas "I Just Want Your Jeans" e "A Down and Dusk Blonde". Bom demais!

escrito por Cris Foxcat @Wannabe

 

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