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BATTLE ROYALE Compartilhe no Facebook Compartilhe no Orkut Compartilhe no Twitter

21/04/2008 ás 18:23h

Por: Eduardo Salvalaio


Faça o seguinte: coloque o termo "Battle Royale" no Google e veja os resultados. Vai chover informações acerca de um famoso mangá japonês em que a narrativa é centrada num programa desenvolvido pelo governo do Japão para fazer os jovens disputarem uma espécie de jogo de assassinatos onde a finalidade é restar apenas um sobrevivente. Chocante, não? Quanto à banda, ao quarteto de Minneapolis? Nada. No Myspace, algumas coisas são apresentadas pela própria banda. Na humilde opinião de seus componentes, eles “fazem um mix ruim de quase tudo”. Humildade, gente, isso aí. Nada de rótulos porque os mesmos são tão complicados.

As primeiras canções não possuem nada de original. Se você já escutou Devo, Panic! At The Disco, The Rapture, The Teenagers, The Whip, ou qualquer outro grupo em favor das pistas de dança, sinta-se em casa. Músicas aceleradas que sequer te fazem ter fôlego e te deixam em estado de vertigem, o electro-pop habitual com seus sintetizadores dando o abre-alas, batidas pulsantes e acentuadas, vocais femininos e masculinos contracenando a todo tempo. Não há muito que falar, e por vezes, a mistura soa enfadonha. 


Até que, por uma brincadeira do grupo, por uma questão de querer praticamente fazer uma espécie de ‘Lado A, Lado B’ (mesmo em tempos de MP3), a partir de Scream Scream, praticamente a metade do disco, eis que o quarteto adere à uma faceta mais folk, ou até mesmo psycho-folk. Desligam-se os samplers, tira-se um pouco da barulheira e do dèjá-vu dançante e temos uma gaita, um violão dedilhado, uma bela melodia e coro de vozes se revezando (algo beirando a capela) e deixando, para nós, canções bonitas sem perder o charme do experimentalismo. Um bom motivo para você ir até a faixa 11 - para ter certeza se alguma surpresa não está por vir - mas fica nisso. Um disco totalmente dançante e barulhento até a faixa 6, elaborado em belas bases folk, sem perder o toque experimental, da música 7 até o seu final. Mesmo não pertencendo ao disco comentado aqui, vale conferir a banda nesse vídeo do Youtube:

 


escrito por Eduardo Salvalaio 

 

(10) Comentários

Comentários - Post: BATTLE ROYALE




em 22/04/2008 ás 8:20h
por: Rafael

chocante!

em 22/04/2008 ás 8:20h
por: Kleber

muito bom, disco do ano?
MGMT, é dificil rolar uma camiseta? achei muito bom e estou ouvindo muito,acho que venderia legal.

em 22/04/2008 ás 14:14h
por: Reba

NOssa gente, gostei muito da camiseta da juliette!!! demaisss vou com ela no tim festival ctz!!! =D

em 22/04/2008 ás 16:22h
por: tony

tb nao conhecia...

em 22/04/2008 ás 16:24h
por:

adorei seu post! eduardo, pensei que fosse texto da patty..vcs. dois estao escrevendo muito parecido, sabia? sorry, pela gafe! bjo

em 22/04/2008 ás 17:19h
por: vanessagummo

Acho que eles vao se dar melhor no labo B, já que o hype do momento é SER folk!!!

em 23/04/2008 ás 9:56h
por: Patty

ah! mentira! o dudu escreve melhor! haha
valeu pela correção, gabi! =)
e reforçando o pedido do kleber por uma estampa do mgmt!

em 05/05/2008 ás 10:05h
por: marcoantonio

ahhhh lindas mas queremos tokyio police club e eight legs nas camisetas!!!!!!!

em 06/02/2011 ás 1:41h
por: sexvideo

ttik ltego joybot izlseb q nf l ica

em 19/09/2012 ás 11:01h
por: rIJDwKlStJlaKNPHii

Dawkins es uno de mis preferidos, que decir que me entcana sus esfuerzos por explicar algo metaff3ricamente que siempre terminan en un mar de matices y puntualizaciones, que aunque cumplen su cometido de explicar, causan una gracia bastante inocente. Creo que en todo el Gen Egoedsta (la ultima edicif3n con varios comentarios) es la mejor de sus obras, aunque no las he leeddo todas.Como punto aparte, he llegado a este blog creo que por Historias de la Ciencia, o Fogonazos, y es de bastante calidad, mi admiracif3n a quie9n lo lleva al cabo.

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